Cunha – 1º dia

Viagem realizada em julho/2015 

Estava procurando um destino de viagem para passar o feriado de 09 de julho quando me deparei com Cunha. “Escondida” no meio do caminho entre São Paulo e Rio de Janeiro, nem imaginava que a cidade tivesse identidade turística! 

Cunha está rodeada pelas Serras do Mar, Bocaina e Mantiqueira a uma altitude média de 1.100 metros e foi convertida em 1948 em Estância Climática.

Fui em busca de mais informações e li que Cunha é considerada um dos principais pólos de arte cerâmica do Brasil e da América do Sul e conta com diversos ateliês espalhados pela cidade. Como eu não sabia sobre isso? Shame on me. Pois é, viajando e aprendendo! 🙂

Além de arte, Cunha também reúne boa comida (priorizando os produtos regionais como a truta, o pinhão, o cordeiro e o shiitake) e natureza privilegiada, com paisagens de tirar o fôlego (literalmente, mais adiante conto o porquê! rs).

Depois de ler sobre todos esses atrativos, já estava ansiosa para conhecer o lugar e fiquei ainda mais animada quando soube da existência de um lavandário! Eu sou apaixonada por lavandas! 

Vamos ao nosso relato!

Chegamos em Cunha por volta das 17h do dia 08/07 e fomos em direção à hospedagem “Flor das Águas”, a qual havíamos feito reserva.

O “Espaço Flor das Águas” é bem diferente de todas as pousadas em que estivemos, a começar pela lindíssima estética oriental de bambu.

Flor das Aguas Cunha relatos viagem

 Flor das Aguas Hospedagem Cunha Pousada

É um ambiente muito acolhedor, possui locais para prática de yoga, meditação, terapias holísticas ou a simples contemplação da natureza. Só de entrar no local você se sente zen! rs

Pousada Flor das Aguas Cunha relatos de viagem

Nós escolhemos uma suíte simples, sem luxo, quase sempre optamos dessa forma para conseguir viajar mais ($$$) rs. Mas existem outras mais sofisticadas também.

varanda com rede flor das aguas cunha
Varanda deliciosa da Suíte “Amor Perfeito”. Ah, ali no cantinho, encostado na parede, havia um varal de chão para poder secar as toalhas.

Suite Flor das Aguas Cunha relatos de viagem

quarto pousada flor das aguas cunha

Acomodação simples, mas bem confortável. Havia repelente elétrico dentro do criado-mudo.

banheiro pousada cunha      banheiro pousada cunha (2)

 Tem aquecimento solar para banho, água quentinha, uma delícia!

quarto pousada cunha relatos viagem
A moringa pode ser reabastecida com água do filtro presente no salão de café da manhã.

Algumas observações sobre a pousada:

  • Não há televisão em nenhum dos quartos (não foi um ponto negativo para nós, já que nunca ligamos o aparelho em nenhuma pousada) e a limpeza dos chalés e a troca de toalhas é feita após duas diárias.
  • O Wi-Fi funcionou bem em todos os dias.
  • Não é permitido o uso de bebidas alcoólicas na pousada e o pagamento é feito apenas com dinheiro ou cheque.
  • A pousada oferece massagista, acupunturista, consultora de feng shui, professores de yoga e outros terapeutas que atendem com hora marcada.
  • Tem estacionamento interno.

Após deixar nossas malas no quarto, pegamos o carro e fomos conhecer o centro da cidade, que fica a 800m da pousada.

Paramos o carro perto da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição.

Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição cunha relatos de viagem (2)
A igreja estava decorada para a Festa do Divino Espírito Santo.

Por ser um dia de semana, parecia que não havia lugares abertos para jantar. Demos uma volta e por sorte encontramos um restaurante aberto, bem simples, numa travessa da praça da igreja. A porção de comida era bem generosa e estava gostosa. Infelizmente não lembro o nome do restaurante.

Após o jantar, voltamos para a pousada.

PRIMEIRO DIA

O café da manhã é servido das 8h às 10h e, como gostamos de aproveitar ao máximo nossos dias, às oito estávamos no salão onde é servido o café da manhã.

Na entrada do salão, existe uma sapateira para deixar os calçados. Há uma mensagem dizendo para fazê-lo se você se sentir confortável. Nós estamos habituados a fazer este procedimento em nossa casa, até mesmo nos quartos das pousadas, então não foi algo fora do normal para nós… rs.

sala de estar cafe da manha pousada cunha flor das aguas
Entrada do salão. Há mesas para café da manhã e sofás para relaxar.

mesas cafe da manha pousada cunha relatos de viagem

area de leitura descanso pousada cunha   Budha detalhes pousada

balcao cafe da manha pousada cunha viagem

Achei a decoração uma graça! Além de viajar, gosto muito de decoração também, então sempre presto atenção nesses detalhes…

salao cafe da manha cunha pousada

decoraçao parede lousa mensagem

decoracao quadrinho mensagem

decoraçao quadrinho mensagem arroz e flor

A culinária da pousada é ovo-lacto-vegetariana. Tudo fresquinho, feito com produtos do próprio município. Havia um bolo feito com gengibre muito saboroso! Ah, gostamos muito também de um creme para colocar no café, até ia pedir a receita, mas acabei esquecendo!

cafe da manha pousada cunha flor das aguasarranjo de flor com garrafa de leite de coco

Sentamos perto da janela para poder apreciar a vista. Não é todo dia que temos esse privilégio, não é?! Detalhe para os arranjos de flores e garrafinhas de leite de côco, agora fazendo a vez de vasinhos.

“A simplicidade é um dos preceitos para descobrir nas pequenas coisas a felicidade”.

Tomamos um café da manhã reforçado e partimos para nosso primeiro passeio: subir ao topo da Pedra da Macela! A Pedra está a 1.840 metros de altitude e no local existe uma antena retransmissora de sinais de rádio, mantida por Furnas para comunicação com a Usina Nuclear de Angra dos Reis. Mas o que faz as pessoas encararem a subida mesmo é a vista maravilhosa que se tem de lá de cima.

Saímos de pança cheia e pegamos a estrada. Eu gostei muito da localização da pousada, pois é bem próxima à rodovia que nós utilizamos para ir à maioria dos passeios, a Cunha-Paraty.

Os trechos que percorremos estão em ótimo estado, só deve-se tomar cuidado com as curvas. O percurso é bem bonito e mesmo no feriado não tinha muito movimento.

rodovia cunha paraty relatos de viagem   rodovia cunha paraty relatos de viagem caminho para pedra da macela

O acesso até a Pedra da Macela é pela Rodovia Cunha-Paraty até o km 65. Nós ficamos de olho, mas acabamos perdendo a entrada, que fica numa curva, do outro lado da rodovia. Quando percebemos que era ali, já não dava mais para entrar.

Então, quando você vir as seguintes placas, saiba que é na estradinha à esquerda que você deve entrar:

placa indicando pedra da macela rodovia cunha paraty
Esta placa (indicando Bairro das Gramas e Bairro Pedra da Macela) está à direita da rodovia (sentido Paraty), não vimos a tempo de entrar.
placas no trecho de acesso a pedra da macela cunha
Placas no início da estrada à Pedra da Macela. Embora não sejam exatamente da Pedra, são mais fáceis de enxergar, estão do lado esquerdo da rodovia. Por isso mesmo perdemos a entrada, porque ficamos lendo estas placas ao invés da placa acima… rs.

Como perdemos a entrada, seguimos um pouco mais a frente e avistamos uma pequena cachoeira que tinha uma área para virar o carro e pegar o outro lado da rodovia.

Voltamos e no sentido Paraty-Cunha vimos uma placa bem grande:placa indicando pedra da macela

Após esta entrada, percorre-se cerca de 4km de estrada cascalhada até a porteira de Furnas, onde pode-se estacionar o carro. Não é um estacionamento propriamente dito, não fica ninguém olhando, mas parecia ser tranquilo.

porteira furnas pedra da macela
A porteira fica fechada, mas dá para passar ao lado.

A partir daí, é “só” seguir a pé por cerca de 2km de subida íngreme, 100% íngreme, quase sem sombra. A estrada é asfaltada, não está lá muito boa, mas ajuda  um pouco e o fato de não passar carro acho um ponto positivo, pois pode-se andar tranquilamente. Ah, se quiser pode ir de bike. Mas para nós ainda não rola. Quem sabe após o projeto verão 2026… rs.

caminho subida asfaltado pedra da macela
Aqui já estávamos quaaaaase chegando. Mentira. Essa foto foi na volta, na subida eu não tinha nem forças para levantar os braços… não querendo desanimar, viu gente?! rsrs

Fomos subindo bem devagarzinho, parando um pouco para descansar durante o percurso. Estávamos um pouco antes da metade do caminho quando vimos pessoas descendo! E estavam carregando umas caixas plásticas enormes, provavelmente tomaram café da manhã lá no alto.

Continuamos subindo, subindo e subindo. A sorte é que estava ventando, o que aliviava um pouco o calor.

Após cerca de 1 hora chegamos, quase nos arrastando, mas chegamos! Não tinha ninguém. Como comentei no início do post, as paisagens são de tirar o fôlego, literalmente! rs

no alto da pedra da macela cunha paraty relatos viagem
Esse foi o momento em que nós começamos a ver a imensidão do mar. De arrancar suspiros mesmo!

Lá do alto a vista é de 360º, simplesmente espetacular. De um lado você vê o mar de montanhas de Cunha e do outro o mar que banha as baías de Ilha Grande e Angra dos Reis e também a cidade de Paraty.

vista pedra da macela cunha

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Paraty ao fundo.
vista paraty pedra da macela passeio cunha
Um zoom em Paraty!
Vista rio de janeiro ilha grande angra dos reis pedra da macela cunha relatos de viagem
Vista para Ilha Grande e Angra dos Reis.
ilha grande angra dos reis vista pedra da macela cunha
Mais de pertinho.

topo pedra macela cunha paraty diario de viagem roteiros

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Tiramos muitas fotos!
vista alto pedra da macela cunha paraty relax viagem passeio
E relaxamos…
pedra da macela vista cunha paraty passeio viagem roteiro
Paz que acalma a alma…

Ficamos um bom tempo curtindo o visual. Assistir ao pôr do sol também deve ser incrível!

A subida foi puxada, mas com certeza valeu muito a pena! Quando resolvemos descer já havia mais algumas pessoas por lá e outras chegando.

Era engraçado no caminho de volta o pessoal perguntando se ainda faltava muito para chegar… rs.

Algumas considerações sobre a Pedra da Macela:

  • Uma das dicas que eu li no TripAdvisor foi dar uma olhada no céu para ver se o tempo está aberto e subir logo cedo para ter melhores chances de pegar um visual sem nuvens, dizem que à tarde elas aparecem. Vi fotos e mesmo com nuvens o visual é bonito. Não dá para ver o litoral, mas as nuvens ficam mais abaixo, como se fosse um tapete branco, bonito também. Acho que só é ruim se estiver com muita neblina, pois nesse caso acho que não dá para ver nada. O bom de ir mais cedo também é que o sol está mais fraco. Fomos em julho e pela manhã e mesmo assim estava quente, imagine mais tarde. Vá com roupas leves, boné, protetor solar, mas se for friorenta(o) como eu, leve uma blusa, pois lá no alto venta bastante.
  • Não há infraestrutura no local, como banheiros ou lanchonete (particularmente prefiro assim, acho que perderia o charme do local). Então, é melhor fazer um “pips” antes de subir, levar água e algo para comer, se desejar. Lembrando sempre de recolher seu lixo.
  • Reservamos a parte da manhã para esse passeio. A subida levou em torno de 1 hora, descer foi um pouco mais rápido. Só não foi mais, pois como tem pedrinhas pelo caminho, escorrega um pouco.
  • Fomos logo na primeira manhã da viagem, pois o céu estava aberto, quase sem nuvens. Ficamos com receio do tempo virar nos outros dias e não conseguirmos subir. Ou subir e não ver nada… rs. Claro que pensamos, “nossa, vamos ficar quebrados o feriado inteiro”, mas até que não ficamos muito doloridos… rs. E achei bom também, pois nos primeiros dias estamos sempre mais dispostos, ainda não enchemos tanto a pança com as deliciosas comidas e doces, né?!

Chegamos no carro e, como ainda não estávamos com fome, decidimos ir conhecer o campo de lavandas.

Mas se quiser almoçar, na volta tem alguns restaurantes próximos, um ainda na estradinha de cascalho da Pedra da Macela e outros dois seguindo um trecho pela rodovia (nós não fomos em nenhum desses).

Essas dicas só encontrei agora, no site Portal de Cunha, preparando o post. Clique Aqui e imprima o roteiro da Pedra da Macela (como chegar) e informações sobre os restaurantes próximos, incluindo a Cervejaria Wonkenburg,  a qual elabora suas cervejas segundo a Lei de Pureza Alemã de 1516, que estabelece que somente são permitidos cevada maltada, lúpulo e água na sua elaboração. Nós não paramos na cervejaria, pois não somos muito fãs de cerveja, mas numa próxima acho que pararia para conhecer. Clique Aqui para ver opiniões sobre o local.

Seguimos então para “O Lavandário”, que fica na Rodovia Cunha-Paraty, km 54,7. Fica do lado esquerdo de quem vai de Cunha e do lado direito de quem vai de Paraty. No site tem fotos da entrada do local, para melhor identificação. 

Tem um portão na entrada que normalmente fica fechado, mas é só apertar a campainha e pedir para abrir. O ingresso por pessoa é de R$ 10,00 e maiores de 60 anos pagam meia-entrada. Crianças até 12 anos, pessoas com ingresso para as Vivências ou voucher para massagens não pagam (atualizado em dez/2016).

Pode subir de carro até o local, que fica bem no alto e tem estacionamento. 

lavandario cunha lavandas campos de lavanda passeio relatos de viagem roteiro
Logo no começo você já sente o cheirinho de lavanda no ar… os campos são enormes, tem lavanda a perder de vista!

lavandario cunha passeio lugares para conhecer visitar lavandas

Logo na entrada, tem um caminho que você pode descer beirando o campo.

lavandario cunha lavandas passeio relatos de viagem

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Percorremos esse caminho e no final dele havia uma “casinha” com uma varanda bem legal para tirar fotos também.

varanda o lavandario lavandas passeio cunha sao paulo

vasinhos de lavanda lavandario cunha

Depois subimos de novo para descansar um pouco na loja que possui um deck bem amplo. Todos os produtos são desenvolvidos pelo Lavandário e lá também tem uma pequena lanchonete para tomar um chá, café ou até mesmo um sorvete de lavanda.

deck lavandario cunha passeio

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Caminho de lavanda que leva à loja.

lavandas lavandario cunha passeio

Depois de caminhar entre as lavandas decidimos ir embora, já que a fome bateu forte, afinal já eram quase 15h! Pegamos a Rodovia Cunha-Paraty novamente sentido Cunha e ficamos de olho a fim de encontrar um restaurante.

Vimos uma placa “Pousada e Restaurante Dona Felicidade” do outro lado da rodovia e decidimos ir para lá.

Chegamos na pousada e uma placa indicava a direção do restaurante. Havia poucas pessoas almoçando. O lugar é bem aconchegante e o buffet não poderia ser melhor: comida caseira, uma grande variedade da culinária mineira e pratos regionais, feitos no fogão à lenha.

O sistema era pague e coma à vontade (o que sempre entendemos “coma até explodir” rs). Estava tudo uma delícia, teve um momento que a dona passou de mesa em mesa para oferecer torresmos que tinham acabado de ficar prontos.

Depois de comer muuuito, fomos dar uma volta no jardim da pousada. Tudo muito bem cuidado, tinha até uma mini fazendinha.

pousada e restaurante dona felicidade cunha jardim

pousada e restaurante dona felicidade cunha onde comer relatos viagem

pousada e restaurante dona felicidade cunha relatos de viagem
Vai dizer se não é uma felicidade encontrar um lugar com redes após o almoço? 🙂
pousada e restaurante dona felicidade cunha onde comer
Ô vida boa…

Depois de descansar na rede, voltamos para a pousada e dormimos um pouco. Quando acordamos já era noite e como tínhamos almoçado tarde não estávamos com fome. Lembramos que nesse dia começaria um festival gastronômico na praça da igreja e resolvemos ir para lá.

Havia barraquinhas com vários quitutes de inverno, ficamos com vontade de comer pastel e estava uma delícia! Depois, eu comi um doce e marido comeu um bolo de pinhão muito bom também. Isso porque não estávamos com fome… rs.

Clique aqui para ver nosso 2º dia em Cunha.

Clique aqui para ver nosso último dia em Cunha.

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8 comentários

    • Hahaha é mesmo, vc adora sorvetes com sabores não muito convencionais… rs
      Eu até pensei em experimentar, mas ouvi uma menininha dizendo “nossa, parece que tô comendo sabonete gelado”, aí deixei pra lá… rsrs
      Curtiu nosso projeto verão, né?! Talvez 2026 ainda seja pouco… rs
      Beijooo

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  1. Olá amiga, olha eu aki rsrs.
    Ah que demais! Adoro seus posts, ah vc sabe né, e com certeza sempre estarei por aki tb.
    Amiga, paratudooo, que lugar mais lindo, nossa eu viajei lendo, e…”verão 2026″ “comer até explodir” kkkk, vc é demais! E linda na foto viu!
    Meu….como vcs descobrem essas maravilhas? Pousada maravilhosa, vista maravilhosa, lavandário maravilhoso, restaurante maravilhoso!
    Demais! Ameiiiiiii
    A propósito, conheço Parati.
    Ah e vc descrevendo a caminhada pra pedra, me fez lembrar, pra chegar na pedra furada em Jericoacoara-CE , aff, eu tb pensei em desistir, mas depois a vista valeu a pena.
    Parabéns pelo post amiga, sempre mostro seus posts de viagem pro marido, pra ver se ele se anima rsrs.
    Bjo
    renovandoacasasempre.blogspot.com.br

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    • Olááá amiga!!! Adorei vc por aqui tbm!!
      Cunha foi para nós uma grande surpresa! Nem sabíamos que havia tantos atrativos assim.
      Ahhh eu lembro que vc comentou sobre sua visita à Paraty! E tbm lembro de vc descrevendo sobre a caminhada até a Pedra Furada! rsrs. Com certeza, se um dia for para lá (e espero mto que sim), me lembrarei de vc! 🙂
      Ah eu tbm mostro seus posts!!! rsrs
      Beijo

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  2. Olaaaa
    Adorei seu post e vou para Cunha em breve.
    Tire uma dúvida por favor: esse caminho da pedra é todo no estilo estradinha? Ou tem parte que é no meio da Mata?

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  3. Adorei suas fotos e relatos! A pousada zen tb, ótimo bom gosto!!! Vim parar nesse post de Cunha (um lugar que está na listinha rs) pq achei seu blog sobre Cartagena, que estou indo passar as festas de fim de ano! Amei as dicas!!!!

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    • Olá, Kaká! Tudo bem?
      Fiquei muito feliz que gostou dos relatos!!
      A pousada é muito bacana, adoramos.
      Que delícia de fim de ano! Cartagena deixou ótimas lembranças, tenho muitas saudades de lá!
      Lugar lindoooo!

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